quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Sob Fogo, Sobre as Sombras.

O que somos?

Somos corpos em meio ao caos, rostos em meio a multidão, não agimos comumente, ou seríamos derrotados comumente.
Você nos verá nas ruas e não nos reconhecerá, você falará conosco e não nos reconhecerá. Somos apenas mais um. Agimos silenciosamente pela mudança.
Nós só temos as nossas mentes e as nossas armas para oferecer, no momento certo, não haverá distinção entre elas.
Trazemos a tocha, mas não se engane, ela servirá pelo fogo e não pela luz.
É preciso queimar para renascer das cinzas.

Aguardamos.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Avante!

Durante ao um longo tempo tenho refletido sobre os(as) políticos(as). Os políticos - teoricamente - são os portas vozes do povo, seus representantes legítimos. Mas, desde quando preciso de alguém que fale por mim? A mim, desde nunca. Nunca representaram os reais - caso assim possamos denominar - interesses do povo. Como explicar a quantidade de alimento a qual produzimos diariamente e haver tantas pessoas abaixo da linha da miséria? Teoricamente os políticos têm que representar essas pessoas. O que vemos são milhares e milhares de planos assistencialistas e nenhum projeto abrangente de cidadania.

A autogestão - aquela mesma aplicada pelos sovietes antes mesmo do outubro de 1917 e após a revolução - pode ser uma boa alternativa de começo. Outra a ser considerada é a dedicação de ensinar, tal qual a fez Simone Weil na França, lecionando aulas gratuitamente para fornecer aos menos favorecidos maiores instrumentos de luta e de melhorias de vida.

Os políticos na grande maioria das vezes representam sim, os seus próprios interesses, os interesses das empresas, das organizações internacionais e muitas vezes os próprios políticos são empresários e se utilizam da máquina pública para usufruto da privada, como podemos citar o ocorrido em SC, com ênfase nas décadas de 50 e 60, misturando os interesses públicos com os privados amparados legalmente pela lei. É por isso que vejo as eleições como um verdadeiro palco da hipocrisia da democracia, em que escolhemos o(a) candidato(a) A ou B, sendo divulgado pela mídia como o principal ato de cidadania, excluindo-nos das decisões as quais são tomadas no congresso, nas câmaras. Esta é a democracia que eles(as) propõem. E é por isso que eu voto nulo.

A cidadania não e nunca se resumirá ao voto. A cidadania se constrói dia a dia e não virá por parte de governo nenhum, seja ele qual for. Cabe a cada um de nós as mudanças, de forma independente, sem "rabo preso" com ninguém e nenhuma instituição. A independência está ao nosso alcance! Avante cidadãos!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Apresentação

Ola meus Caros!

Como estão, ja sentia falta de escrever...
Então depois de algum tempo afastado alguns companheiros e eu resolvemos que era tempo de algumas coisas acontecerem, de algumas mudarem ou pelo menos que o silêncio se quebre por alguns segundos, nem que seja na mudez branca do papel.

Caio agora em diivagações um tanto quanto ralas e superficiais, mas acredito que sejam importantes neste nosso atual contexto, um contexto de liberdade vigiada, com pitadas de censura e manipulação midiática (porém ao contrario do passado onde a midia era manipulada pelo estado, hoje o estado é manipulado pelos donos das midias) mas isso nao vem ao caso no momento, não é mesmo?

Bom como primeira postagem deixo solto um convite/desafio escrevam, expressem-se, mostrem que não somos Gado e que não levamos vida de gado.

Why so serious??
Escrevam
Falem
Sejam


Joker.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Apresentação

Nascido no segundo semestre do ano de 2009 - 2009/2 - o M.I. 09/2 constitui uma iniciativa de emancipação humana das instituições. Durante longo período de tempo os humanos têm se apegado as instituições, sejam elas dos cunhos mais variados como Religiosas (vinculadas diretamente a práticas religiosas), Políticas (vinculada diretamente a práticas políticas), Culturais(tendo a cultura a linha de entendimento sustentada atualmente pela antropologia entre outras ditas ciências), Científicas, etc.

Tal vínculo foi um dos componentes para a "docialização" do ser humano, haja visto que a sua domesticação não o torna necessariamente dócil. Estar atrelado a uma instituição implica - mesmo que indiretamente - estar ligado a sua política, ideologia, valores embora, em muitos casos as pessoas não consigam perceber isto que por vezes se dá de maneira sutil. Isso se torna evidente quando da discordância de algum(s) princípios da instituição em que o indivíduo encontra-se em uma "sinuca de bico", em conflito consigo mesmo, ainda mais se a instituição estiver realizando práticas as quais vão de encontro contra sua própria função. Ao mesmo tempo o indivíduo pertence aquela instituição e para tentar mudá-la terá como ponto de partida as regras da mesma, muitas vezes associadas intimamente com a burocracia.

Em outras palavras a pessoa vinculada a uma instituição não pode ir contra as suas leis, o que poderia propciar maior diversidade de atitudes e pensamentos. Uma das maiores instituições que visamos nos emancipar é o Estado, o qual não obstante em ser Estado veio a transformar em Estado-nação.

Estamos fartos de ouvir que a sociedade não pode ser gerida sem leis, talvez não nos moldes os quais nos propõem os chefes de Estado, mas sim voltando-se para princípios similares a autogestão.
Este é o M.I. 09/2: um movimento que luta contra as atrocidades a quas vem sido cometidas a muitos anos contra o indivíduo par excenlence visando sua emancipação das tiranas instituições. Este é o nosso recado "Cuidado onde pisa, as atrocidades não são mais amplamente físicas e sim psíquicas o mundo que conhecíamos já não existe mais, a prova...a mudança do tipo de violência.".


"Sua instituição, sua prisão."




M.I. 09/2
Movimento Independente 2009/2